Almeida

«A “Estrela do Interior” tem uma gloriosa história. O seu nome, de origem árabe, filia-se na situação planáltica que tem e a sua história anda profundamente ligada à das lutas luso-castelhanas. A antiguidade e a nobreza da vila atestam-na o espaçoso templo ou magnífico quartel.»

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Figueira de Castelo Rodrigo

«Ao fundo da Serra da Marofa, entre os vales dos rios Côa e Águeda, Figueira de Castelo Rodrigo, vila muralhada, sobressai ao longe no panorama agreste, com o casario granítico a integrar-se perfeitamente na paisagem. Chamam a atenção do visitante a beleza e a imensidão da paisagem, a brancura imaculada das amendoeiras em flor, as várias janelas manuelinas, o pelourinho, os torreões, o palácio, ou o Convento de Santa Maria. Uma das mais antigas vilas do país, testemunho de glórias passadas, é hoje um concelho que se moderniza.»

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Freixo de Espada à Cinta

«A sua origem parece ser anterior a Cristo, possivelmente pré-romana, e a toponímia tem foros de lenda. Como ponto obrigatório da visita, a igreja matriz, a Igreja da Misericórdia, o pelourinho, a Torre do Galo, e a extraordinária paisagem, com um ambiente repousante e um fantástico espectáculo na época das amendoeiras em flor.»

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Mêda

«Povoação muito antiga, situada numa elevação a cerca de 20 km do rio Douro, Mêda leva-nos ao encontro da História, com os templos, os Paços e os Solares, alguns deles do século XVIII, considerado o século de ouro da arquitectura e da escultura portuguesas. Igualmente merecedores de destaque são os deliciosos vinhos que aí se produzem.»

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Mogadouro

«O nome revela o domínio sarraceno, mas as relíquias, ainda hoje dignas de admiração, foram deixadas pelos Templários. As ruínas do antigo castelo dionisíaco, o pelourinho, a igreja matriz, as moradias brasonadas e o Convento de S. Francisco dão testemunho da grandeza desses tempos. Do alto da Serra da Castanheira e de Penas Roias pode o visitante admirar um maravilhoso lençol branco formado pelas amendoeiras em flor.»

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Pinhel

«Erguida na margem esquerda do Côa foi, durante muitos anos, praça fronteiriça, sendo que dessa época datam a primitiva muralha e o castelo. Urbe cheia de glórias passadas, conserva ainda edifícios que remetem para outras eras, como a Igreja de Santa Maria do Castelo, a Igreja da Misericórdia, o pelourinho, a Casa Grande, a Igreja da Trindade, ou a ponte de dois arcos.»

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Sabugal

«Concelho fronteiriço, foi dotado de boas fortificações, erguendo-se aí cinco castelos, que relembram o passado glorioso nas lutas com os estados vizinhos. Essas épocas recuadas ainda se sentem palpitar nas ruas das povoações, quando o visitante se encontra com um pelourinho, uma ponte romana, uma fortaleza e as suas muralhas, uma torre de menagem, ou simplesmente com as lendas e tradições que o levam a sentir os séculos recuarem.»

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Torre de Moncorvo

«A terra das amendoeiras, nas faldas do Reboredo, tem as suas raízes em medievos tempos. A magnífica igreja da vila pede uma visita longa, assim como a Igreja da Misericórdia, o Arco da senhora dos Remédios ou o Mosteiro do Carmelo, sem esquecer a Adeganha. Para além da sua riqueza em produtos agrícolas, em Moncorvo são importantes as minas de ferro.»

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Trancoso

«A história da lendária vila de Trancoso, berço dos Doze de Inglaterra e do Bandarra, anda profundamente ligada à de Portugal. Com o seu ar medieval, rodeada de muralhas, com as suas judiarias, o castelo com torreões Trancoso acolhe o visitante, despertando-lhe a atenção, evocando batalhas e acontecimentos marcantes.»

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Vila Nova de Foz Côa

«Construída num planalto aberto ao sol, com terra quente de xisto a fazer lembrar a meseta, Vila Nova de Foz Côa, segundo a tradição, tem origem no cabelo do monte Meão, à beira do Douro, que o contorna numa curva langorosa, embelezando a paisagem. Terra verde na Primavera, sanguínea no Outono, coberta de cepas baixas e folhudas, onde o sol parece adoçar mais as uvas. »

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