Grande Rota do Vale do Côa (GR 45)

A Grande Rota do Vale do Côa é um trilho de 200 km, linear, que acompanha o percurso do rio Côa, desde a nascente (em Fóios, Sabugal) à foz (Vila Nova de Foz Côa). Está marcado nos dois sentidos, sendo possível optar pelo sentido sul-norte ou norte-sul. A entidade organizadora sugere que seja percorrida no sentido nascente-foz.

O que é a GR 45?

A Grande Rota do Vale do Côa é um trilho de 200 km, linear, que acompanha o percurso do rio Côa, desde a nascente (em Fóios, Sabugal) à foz (Vila Nova de Foz Côa). Está marcado nos dois sentidos, sendo possível optar pelo sentido sul-norte ou norte-sul. A entidade organizadora sugere que seja percorrida no sentido nascente-foz.

A GR pode ser percorrida a pé, de bicicleta ou a cavalo, existindo desvios exclusivos para ciclistas e cavaleiros. Nas localidades de Almeida e de Algodres (Figueira de Castelo Rodrigo) existem rotas alternativas marcadas, pelo que poderá optar pela rota Este ou rota Oeste.

>> A GR atravessa um vale de patrimónios com muito para descobrir. Encontre os melhores locais para visitar e actividades para fazer na região.
>> Consulte a página dos downloads para aceder aos kml. e gpx. totais e de cada etapa.

CARACTERÍSTICAS
Distância total do trilho marcado – 196 km
Distância total (baseada na etapas, inclui desvios para as aldeias) - 224 km
Duração total – 10 a 15 dias a pé; 3 a 6 dias de bicicleta.
Grau de dificuldade – difícil a muito difícil, existindo etapas com dificuldade média
Altitude máx/min – 1164/129 m
Épocas aconselhadas – primavera e outono

GR 45

Percorrer a Grande Rota 45 a PÉ - INTENSO

Percorra a Grande Rota do Vale do Côa em 11 dias, por etapas que variam entre 13 e 25 kms.
Em cada ficha de etapa, pode encontrar as características técnicas e informações úteis para estadia, transfer e abastecimento.
Pode fazer o download da ficha de etapa e dos respectivos ficheiros kml e gpx.
Se não pode percorrer a GRVC em extensão, aproveite as etapas sugeridas para fazer passeios de um dia.

ETAPAS

NOTA: Etapas em reestruturação

Aldeias onde pode iniciar a etapa: Fóios, Vale de Espinho
 
 

Esta etapa inicia junto à nascente do rio Côa, em plena Serra de Mesas. O trilho desce a serra, por entre blocos de granito e áreas extensas de matos, bosques e pastagens até Fóios, por percursos de pé posto e caminhos agrícolas.
Esta parte do traçado da GRVC é em parte coincidente com a Pequena Rota Nascente do Côa (PR3 SBG). A partir de Fóios, o caminho faz-se ao longo da margem esquerda do rio, ladeado por bosques, lameiros e pastagens.

Depois da subida à Cruz Alta, a descida até Vale de Espinho permite a visita a vários moinhos, incluindo a Azenha do Peça, local de travessia do rio, e o Moinho do Engenho. O trilho entre Vale de Espinho e Quadrazais faz-se pela margem direita do rio Côa até ao Moinho do Rato, onde atravessamos o rio pelo pontão pedestre, contornando depois o Cabeço do Colmeal e o Alto da Vinha. Nesta secção é possível aceder a vários moinhos e açudes, e também à praia fluvial de Vale de Espinho e de Quadrazais. Finalmente, para terminar a etapa, será necessário percorrer o desvio até Quadrazais, já fora da GRVC (1,2 km percurso não marcado), seguindo até à aldeia, através de campos agrícolas.

AltimetriaCamInt-01

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Nascente do Côa
Ponto de chegada: Quadrazais
Distância em km: 25,5 km
Altitude máxima em m: 1165 m
Altitude mínima em m: 826 m
Descida acumulada em m: 713 m
Subida acumulada em m: 397 m
Duração (5km/hora): 5 h
Dificuldade (definida de 0-5): 3

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Quadrazais
Casa do Manego: +351 966 120 201
Junta de Freguesia de Quadrazais: +351 926 889 123 (salão)
[Deve levar o seu saco-cama]

Durante a etapa
Junta de Freguesia de Fóios, Contactar o Sr. António Lucas, +351 963 465 477 (escola) [Deve levar o seu saco-cama]
Junta de Freguesia de Vale de Espinho, Contactar o Sr. Domingos Malhadas, +351 961 889 279 [Deve levar o seu saco-cama]

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Fóios: Cafés, pontos de água e mercearia
Vale de Espinho: Café e mini-mercado
Quadrazais: Restaurante; mini-mercado, cafés e ponto de água

TAXIS E TRANSFERS
Praça de táxis Sabugal +351 271 752 888
Quadrazais: Sr. António Lourenço +351 966 847 924

VISITE
Praia fluvial de Fóios, Moinho do Engenho, Moinho do Rato, Praia fluvial de Vale de Espinho, Capela do Espírito Santo; Praia fluvial de Quadrazais

 

ALERTAS

Zonas de alagamento no inverno
É em parte coincidente com a Pequena Rota Nascente do Côa (PR3 SBG)

Aldeias onde pode iniciar a etapa: Malcata
 
 
 

Esta etapa inicia em Quadrazais, sendo necessário percorrer o desvio até ao rio Côa (1,2 km percurso não marcado), encontrando a GRVC na margem esquerda do rio. Deste ponto, o trilho sobe por montes e bosques da Reserva Natural da Serra da Malcata, até ao Alto da Machoca, local com vista privilegiada sobre o Côa e a cidade do Sabugal.

Daqui, a GRVC desce à Malcata, onde é possível visitar o Forno Comunitário da aldeia. Finalmente, o percurso segue junto à barragem do Sabugal, pela margem esquerda. Antes da chegada ao Sabugal, é possível ainda aceder à praia fluvial, assim como visitar o Moinho do Zé Ricardo. A etapa termina junto ao Castelo do Sabugal, já no interior da cidade. Esta etapa é parcialmente coincidente com os percursos 2 e 3 do Centro de BTT do Sabugal.

AltimetriaCamInt-02

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Quadrazais
Ponto de chegada: Sabugal
Distância: 24,7 km
Altitude máxima: 1077 m
Altitude mínima: 809 m
Descida acumulada: 493 m
Subida acumulada: 427 m
Duração em horas (Base=5km por hora): 5 h
Dificuldade (definida de 0-5): 5

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Sabugal
Palheiros do Castelo: +351 916 036 269
Hospedaria Robalo: +351 271 753 566

Durante a etapa, Malcata
Antigo Quartel da Guarda Fiscal, contactar Sr. Carlos Vaz:
+351 965 087 659 / +351 271 615 155 [deve trazer o seu saco-cama]

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Malcata: Cafés e pontos de água
Sabugal: Supermercados abertos todos os dias das 9h às 20h, mercerias, restaurantes e cafés

TAXIS E TRANSFERS
Praça de táxis Sabugal +351 271 752 888

VISITE
Faça uma visita ao Castelo do Sabugal e visite o Museu Municipal do Sabugal.

 

ALERTAS

Zonas de possível alagamento

Aldeias onde pode iniciar a etapa: Rendo, Baraçal, Vila do Touro
 
 
 

Esta etapa inicia junto ao Castelo do Sabugal, passando pela muralha e pela torre sineira, e atravessando a cidade rumo a norte. Com a urbe atrás de nós, já junto ao Côa, o trilho segue agora as curvas apertadas do rio, através de bosques fechados, mas sempre tendo o som da água como guia. Nesta secção, o trilho é coincidente com o percurso pedestre Pequena Rota Meandros do Côa (PR1 SBG) e com os percursos 3,4 e 5 do Centro de BTT do Sabugal. Existe também um desvio BTT/Equestre da GRVC com as extremidades marcadas (Desvio BTT/Equestre Quinta das Vinhas).

O trilho passa agora ao largo de Rendo, atravessando o rio junto ao Moinho do Delfim e seguindo pela margem esquerda, por lameiros e pastagens até à Quinta dos Moinhos. Aqui o caminho volta a atravessar o rio Côa, seguindo por quintas, montes e bosques, até se avistar a aldeia de Rapoula do Côa. A partir daqui, a GRVC usa caminhos de pé posto junto ao rio, passando pelos moinhos do Morgado e do Giestal, ladeando o alto da N.ª Sr.ª das Preces pelo lado esquerdo e alcançado o Moinho das Poldras. Esta secção possui também um desvio BTT Equestre da GRVC com as extremidades assinaladas, e que dá acesso directo à aldeia de Rapoula do Côa (Desvio BTT/Equestre Rapoula do Côa).

Pelo percurso pedestre da GRVC, a subida até à aldeia da Rapoula do Côa é feita por estrada, por trilho não marcado (950 m). Já na aldeia é possível aceder à praia fluvial de Rapoula do Côa e também à aldeia de Vila de Touro, por percursos não marcados.

AltimetriaCamInt-03

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Sabugal
Ponto de chegada: Rapoula do Côa
Distância: 16,7 km
Altitude máxima: 774 m
Altitude mínima: 701 m
Descida acumulada: 295 m
Subida acumulada: 264 m
Duração em horas (Base=5km por hora): 3,5 h
Dificuldade (definida de 0-5): 2

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Sabugal
Junta de Freguesia da Rapoula do Côa, contactar o Sr. Álvaro Santos:
+351 964 659 146 [deve levar o seu saco-cama]
Sra das Preces, Casas Carya Tallaya (oferta de transfer): +351 926 035 183

Durante a etapa,

Baraçal, Casa da Colmeia +351 271 606 227
Junta de Freguesia de Vila do Touro, Contactar o Sr. Amadeu Martins:
+351 918 301 435 [deve levar o seu saco-cama]

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Rapoula do Côa: Minimercado, cafés e pontos de água
Rendo: Restaurante, Minimercado, café e pontos de água
Sabugal: Supermercados abertos todos os dias das 9h às 20h
Mercerias, restaurantes e cafés

TAXIS E TRANSFERS
Praça de táxis Sabugal +351 271 752 888 | Sr. Benjamin +351 963 084 129
Casas Carya Tallaya: +351 926 035 183

SUGESTÃO
Visite a praia Fluvial da Rapoula do Côa e as Termas do Cró.

ALERTAS

Zonas de alagamento em períodos de chuva.
Cruzamento com a GR22 – Grande Rota das Aldeias Históricas

Aldeias onde pode iniciar a etapa: Vale das Éguas, Seixo do Côa, Valongo
 
 
 

Esta etapa inicia na aldeia de Rapoula do Côa. A descida até à GRVC é feita por estrada, por trilho não marcado (950 m). Alcançada a GRVC, o trilho mantém-se junto à margem esquerda do Côa, atravessando caminhos agrícolas até ao sítio da Ínsua. Aqui é possível aceder à aldeia de Vale das Éguas, através de um desvio não marcado (2,1 km) e à praia fluvial de Vale das Éguas (700 m). A GRVC prossegue por bosques e prados até à Ribeira do Boi, que é possível atravessar durante a Primavera, Verão e parte do Outono.

Existe um desvio BTT/Equestre da GRVC com as extremidades marcadas (Desvio BTT/Equestre Cró), que permite atravessar a Ribeira do Boi mais a montante, junto ao complexo termal do Cró. Depois de atravessada a Rib.ª do Boi, a GRVC sobe por caminhos agrícolas até à aldeia de Seixo do Côa e volta a descer por estrada até alcançar de novo do rio Côa e a praia fluvial de Seixo do Côa. O traçado atravessa o rio junto ao Moinho dos Pontões, passa pela aldeia de Valongo do Côa e percorre o caminho de acesso à Ponte de Sequeiros. Antes de Valongo do Côa existe um desvio BTT/Equestre da GRVC com as extremidades marcadas (Desvio BTT/Equestre Valongo do Côa).

Depois de atravessar a Ponte de Sequeiros, existe um desvio não marcado que permite o acesso a Cerdeira do Côa. A GRVC segue junto à margem esquerda do Côa, até alcançar a estrada e a Ponte José Luís. Neste ponto existe um desvio não marcado que permite o acesso à aldeia de Miuzela e à praia fluvial de Badamalos. O final da etapa consiste na travessia da Ponte José Luís e na subida até à Vilar Maior por estrada e caminhos agrícolas, passando também na aldeia de Badamalos, em desvio não marcado (4,4 km).

AltimetriaCamInt-04

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Rapoula do Côa
Ponto de chegada: Vilar Maior
Distância: 17,5 km
Altitude máxima: 759 m
Altitude mínima: 651 m
Descida acumulada: 385 m
Subida acumulada: 425 m
Duração em horas (Base=5km por hora): 3,5 h
Dificuldade (definida de 0-5): 4

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Sabugal
Casa Villar Mayor: +351 271 648 027
Camaratas da Junta de Freguesia de Vilar Maior, Contactar o Sr. António Cunha: +351 926 889 140 | +351 271 647 672.
[deve trazer o seu saco-cama]

Durante a etapa,
Junta de Freguesia Vale das Éguas, contactar o Sr. Pedro Ferreira: +351 963 204 742
Casas Carya Tallaya (Vale das Éguas, com oferta de transfer): +351 962 035 183
Junta de Freguesia de Seixo do Côa, contactar o Sr. Sérgio: +351 967 992 511
Junta de Freguesia de Vale Longo, contactar o Sr. Ricardo: +351 967 564 186
Junta de Freguesia da Miuzela, contactar o Sr. José Falcão: +351 962 430 133

ABASTECIMENTO
Seixo do Côa: Café e pontos de água
Vale Longo: Café e pontos de água
Badamalos: Restaurante
Vilar Maior: Café e ponto de água
Miuzela: Minimercado, cafés e pontos de água (desviado da rota)
Cerdeira do Côa: Restaurante, minimercado e pontos de água (desviado da rota)

TAXIS E TRANSFERS
Praça de táxis Sabugal +351 271 752 888

VISITE
Visite as Termas do Cró e as praias fluviais de Vale das Éguas, Seixo do Côa e Badamalos

 

ALERTAS

Possibilidade de alagamento

Aldeias onde pode iniciar a etapa: Miuzela, Badamalos, Porto de Ovelha, Malhada Sorda, JardoParaisal
 
 

Esta etapa inicia na aldeia de Vilar Maior. A descida até à GRVC é feita por estrada e caminhos agrícolas, por trilho não marcado (4,4 km), atravessando a aldeia de Badamalos.

Alcançada a GRVC, o trilho segue junto à margem direita do Côa, ladeado por lameiros verdejantes, ponteados com grandes árvores. O traçado atravessa as Ribeiras da Nave e de Vilar Maior e, mais adiante, o rio Côa, através de um pontão pedonal. Aqui é possível aceder à aldeia de Porto de Ovelha, através de um desvio não marcado (570 m). Existe também um desvio BTT/Equestre da GRVC com as extremidades marcadas (Desvio BTT/Equestre Porto de Ovelha/Jardo).

A GRVC prossegue por lameiros e antigas hortas até ao Sítio do Açude, onde é possível aceder à aldeia de Malhada Sorda, através de um desvio não marcado (2,9 km). O percurso pedestre sobe até à aldeia de Jardo, descendo depois à foz do rio Noemi, onde é possível observar um conjunto interessante de moinhos. Por campos, prados e bosques de sobreiro, o trilho continua pela margem esquerda do rio Côa, atravessa a linha férrea e segue até ao Porto de S. Miguel. Aqui, a GRVC cruza-se com a GR Aldeias Históricas (GR22).

A etapa termina com a subida à aldeia de Castelo Mendo, através de um desvio não marcado (2,3 km).

AltimetriaCamInt-05

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de Partida: Vilar Maior
Ponto de Chegada: 
Castelo Mendo
Distância:
 21,2 km
Altitude máxima: 
759 m
Altitude mínima: 
626 m
Descida acumulada: 
441 m
Subida acumulada: 
418 m
Duração (5km/hora): 
4 h
Dificuldade (definida de 0-5): 
4

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Castelo Mendo
Casa do Côrro: +351 271 513 939 Possibilidade de ficar alojado na Aldeia de Mido (3km)

Durante a etapa,

Junta de Freguesia da Miuzela, contactar o Sr. José Falcão: +351 962 430 133
Junta de Freguesia de Porto de Ovelha, contactar o Sr. José Falcão, idem
Junta de Freguesia de Malhada Sorda, contactar o Sr.Jorge Matias: +351 966 126 664

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Badamalos: Restaurante
Vilar Maior: Café e ponto de água
Miuzela: Minimercado, cafés e pontos de água (desviado da rota)
Porto de Ovelha: Cafés e pontos de água
Malhada Sorda: Minimercado, cafés e pontos de água (desviado da rota)
Castelo Mendo: Café e ponto de água

TAXIS E TRANSFERS
Praça de Táxis Sabugal +351 271 752 888
Praça de Táxis de Almeida +351 271 221 863

VISITE
A aldeia Histórica de Castelo Mendo

 

ALERTAS

Zonas de alagamento em períodos de chuva.
Cruzamento com a GR22 – Grande Rota das Aldeias Históricas

Aldeias onde pode iniciar a etapa: Castelo Bom, Senouras, Aldeia Nova
 
 

Esta etapa inicia na aldeia de Castelo Mendo. A descida até à GRVC é feita por caminhos agrícolas e florestais, em trilho não marcado (1,7 km). Alcançada a GRVC, o trilho segue ao longo da encosta, com Côa abaixo, do lado direito do trilho. Esta secção é em parte coincidente com estrada, até à capela de São Roque. Nesta zona, existe um desvio não marcado de acesso à aldeia de Castelo Bom (2,8 km).

O traçado continua por zonas de mata e bosques, ora mais próximo do rio, ora subido a encosta para ultrapassar zonas mais escarpadas, até chegar ao pontão Manuel José, onde atravessa o rio Côa. Neste ponto existe um desvio não marcado de acesso à aldeia de Aldeia Nova (3,0 km) e um desvio Equestre, que evita zonas pedregosas da etapa (Desvio Equestre Aldeia Nova).

Já na margem direita do rio, a GRVC segue em direcção a Almeida, atravessando zonas de bosque, quintas e uma barragem. Ao chegar à EN340, a GRVC cruza-se com a GR Aldeias Históricas (GR22). Neste ponto é possível optar por seguir a GRVC pela rota Este, até Almeida, ou pela Rota Oeste, até Valverde.

O trilho Este sobe finalmente à vila de Almeida, passando no Convento do Senhor da Barca e entrando na fortaleza pelas portas duplas de Santo António. A partir deste ponto o acesso a Almeida faz-se dentro da vila por desvio não marcado (546 m). A etapa termina junto à Câmara Municipal de Almeida.

AltimetriaCamInt-06E

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de Partida: Castelo Mendo
Ponto de Chegada: Almeida
Distância: 24,6 km
Altitude máxima: 756 m
Altitude mínima: 554 m
Descida acumulada: 526 m
Subida acumulada: 544 m
Duração (5km/hora): 5 h
Diculdade (medida de 0-5): 5

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Almeida
Casa da Juventude de Almeida, contactar presidente@cm-almeida.pt
Casa da Pedra, +351 919 625 138
Hospedaria A Muralha: +351 271 571 769
Hotel Fortaleza: +351 271 574 283
Residencial Morgado: +351 271 574 412

Durante a etapa,
Associação Aldeia de São Sebastião, Castelo Bom, contactar o Sr. António Fernandes
+351 967 559 086 [deve trazer saco-cama]
Junta de Freguesia de Senouras, contactar o Sr. José Batista, +351 962 210 874 [deve trazer saco-cama]
Junta de Freguesia de Aldeia Nova, contactar o Sr. Humberto: +351 917 618 127 [deve trazer saco-cama]

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Aldeia Nova: Café e pontos de água
Almeida: Minimercado, cafés e pontos de água

TAXIS E TRANSFERS
Praça de táxis Almeida +351 271 221 863

VISITE
Picadeiro d’el ReyTermas da Fonte SantaMuseu Histórico-Militar e a Fortaleza de Almeida

 

ALERTAS

Zonas de alagamento em períodos de chuva.
Cruzamento com a GR22 – Grande Rota das Aldeias Históricas

Aldeia onde pode iniciar a etapa: Cinco Vilas
 
 

Esta etapa inicia na vila de Almeida, junto à Câmara Municipal. O acesso à GRVC faz-se dentro da vila por desvio não marcado (546 m), atravessando as portas duplas de Santo António.

O trilho contorna parte das muralhas da fortaleza de Almeida e segue depois pelo Arrabalde de Santo António rumo a Norte, pelos chamados Lameiros Pardos, uma área florestal de sobreiro e azinheira. Junto ao Complexo Termal da Fonte Santa, é possível percorrer um desvio não marcado para visitar as antigas instalações das termas, junto ao rio Côa. A partir deste ponto, a GRVC segue ao longo da encosta direita do rio Côa, atravessando uma extensa área de bosque e pastagens dispersas. Ao avistar os primeiros olivais, o trilho aproxima-se da aldeia de Cinco Vilas, que atravessa, iniciando depois, por estrada, a descida ao rio Côa. Uma vez alcançado o fundo do vale, o trilho é de pé posto até a Ponte Velha do Côa, uma das ruínas mais impressionantes de toda a rota.

A GRVC atravessa o rio por cima de um pontão sem guarda (apenas possível na Primavera e Verão). Neste ponto é possível aceder, por desvios não marcados, à aldeia de Vale de Madeira e também à sua praia fluvial. O trilho sobe a encosta até ao lugar de Pesqueiro, sendo aí possível aqui aceder, por desvio não marcado, à cidade de Pinhel. Finalmente, seguindo a Rib.ª do Judeu e contornando o Barrocal, a etapa termina na aldeia de Quinta Nova, por desvio não marcado (1,8 km).

AltimetriaCamInt-07E

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Almeida
Ponto de chegada: Quinta Nova
Distância: 23,9 km
Altitude máxima: 755 m
Altitude mínima: 451 m
Descida acumulada: 664 m
Subida acumulada: 487 m
Duração (5km/hora): 5 h
Dificuldade (definida de 0-5): 5

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Quinta Nova
Encostas do Côa, Turismo rural e parque de campismo, +351 271 411
132
Junta de Freguesia de Quinta Nova, Contactar o Sr. Carlos Videira +351 917 530 009

Durante a etapa,
Junta de Freguesia de Cinco Vilas, Contactar o Sr. Nuno Miguel +351 962 861 751

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Pinhel: supermercado, cafés e pontos de água
Quinta Nova: café e mini-mercado

TAXIS E TRANSFERS
Encostas do Côa, 
+351 271 411 132
Praça de táxis de Pinhel, 
+351 271 221 86

VISIT
Termas da Fonte Santa e a praia fluvial de Vale de Madeira

Aldeias onde pode iniciar a etapa:Azevo, Faia
 
 

Esta etapa inicia na aldeia de Quinta Nova. O acesso à GRVC é feito por desvio não marcado (1,8 km).

O trilho desce por áreas agrícolas abandonadas até às margens do rio Côa. Neste ponto, junto a EN221, existe um desvio BTT/Equestre da GRVC com as extremidades marcadas (Desvio BTT/Equestre Quinta da Chinchela).

A rota percorre a margem esquerda do rio Côa até alcançar a foz da Rib.ª das Cabras, que se atravessa (Primavera e Verão). Depois o trilho sobe a encosta até à Qta. da Cotovia, atravessando amplas zonas agrícolas e florestais até alcançar a aldeia do Azêvo. O acesso à aldeia é feito por desvio não marcado.

A GRVC segue a meia encosta, por caminhos murados e veredas com o Côa escarpado do lado direito, passando pelo lugar da Faia.
A parte final da etapa atravessa quintas e amplas áreas rochosas até à aldeia de Cidadelhe.

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de Partida: Quinta Nova
Ponto de Chegada: Cidadelhe
Distância: 25,6 km
Altitude máxima: 608 m
Altitude mínima: 325 m
Descida acumulada: 712 m
Subida acumulada: 637 m
Duração (5km/hora): 5 h
Dificuldade (definida de 0-5): 5

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Cidadelhe
Hostel Cidadelhe Rupestre, +351 961 083 914
Quinta de Pêro Martins (com transfer para Quintã de Pêro Martins), +351 963 136 043

Durante a etapa,
Casas do Juízo, +351 927 585 758

ABASTECIMENTO
Azevo: pontos de água
Cidadelhe: café (por vezes encerrado)

TAXIS E TRANSFERS
Quinta de Pêro Martins, +351 963 136 043
Praça de táxis de Pinhel, +351 271 221 863

Etapa 9 Cidadelhe – Algodres
Aldeia onde pode iniciar a etapa: Quintã de Pêro Martins
 
 

Esta etapa inicia na aldeia de Cidadelhe. A GRVC atravessa a aldeia e desce ao rio Côa, inicialmente por caminhos de pé posto e depois por estrada, até à Ponte da União.

A parte seguinte da etapa sobre por estrada até à entrada da Reserva da Faia Brava. A partir deste ponto, o trilho é feito por caminhos florestais e de pé posto, atravessando amplas zonas de sobreiro e azinheira, intercalados por olivais e pastagens.

O trilho passa junto a um sobreiro centenário e é também possível observar as escarpas verticais do Côa. Finalmente, a GRVC afasta-se do rio Côa, por olivais, amendoais e vinhas e chega à aldeia de Algodres.

AltimetriaCamInt-09

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de Partida: Cidadelhe
Ponto de Chegada: Algodres
Distância: 12,8 km
Altitude máxima: 526 m
Altitude mínima: 279 m
Descida acumulada: 409 m
Subida acumulada: 437 m
Duração (5km/hora): 3 h
Dificuldade (definida de 0-5): 3

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Algodres
Reserva da Faia Brava, campismo for members, +351 271 311 202
Junta de Freguesia de Algodres, Contacte o Sr. Morais +351 916 452 102

Outras opções
Quinta de Pêro Martins (com transfer), +351 963 136 043
Ver Mapa Interactivo em Figueira de Castelo Rodrigo

TAXIS E TRANSFERS
Taxista D. Delmina (Algodres), +351 271 397 181
Taxista Sr. António (Fig. Cast. Rodrigo), +351 926 012 314
Praça de táxis de Vila Nova de Foz Côa, +351 964 026 899

VISITE
Faça uma visita guiada à Reserva da Faia Brava e acampe no meio da natureza; observação de aves
(birdwatching) ou permanecer no interior de um abrigo fotográfico no campo de alimentação de aves
necrófagas.

 

ALERTAS

Cruzamento com a Grande Rota das Aldeias Históricas – GR 22

Aldeia onde pode iniciar a etapa: Almendra
 
 

Esta etapa inicia na aldeia de Algodres. A GRVC atravessa a aldeia e segue por lameiros e zonas de matas e bosque, passando pelo sítio arqueológico da Olga Grande. O trilho atravessa a estrada e alcança a aldeia de Almendra, por olivais e vinhas.

A aldeia de Almendra é percorrida de sul para norte, passando pela igreja e seguindo depois por entre um manto de olivais e vinhas até à aldeia de Castelo Melhor, contornando o castelo pelo lado direito. A etapa termina junto ao Centro de Recepção de Castelo Melhor.

AltimetriaCamInt-10E

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de Partida: Algodres
Ponto de Chegada: Castelo Melhor
Distância: 10,2 km
Altitude máxima: 526 m
Altitude mínima: 350 m
Descida acumulada: 310 m
Subida acumulada: 161 m
Duração (5km/hora): 2 h
Dificuldade (definida de 0-5): 3

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Castelo Melhor
Junta de Freguesia de Castelo Melhor, Contactar o Sr. José Paula, +351 919 969 129

Outras opções
Quinta de Pêro Martins (com transfer), +351 963 136 043
Consulte outras opções em Figueira de Castelo Rodrigo

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Almendra: café, restaurante e pontos de água
Castelo Melhor: café e pontos de água

TAXIS E TRANSFERS
Taxista D. Delmina (Algodres), +351 271 397 181
Taxista Sr. António (Fig. Cast. Rodrigo), +351 926 012 314
Praça de táxis de Vila Nova de Foz Côa, +351 964 026 899

VISITE
Visite o sítio arqueológico da Penascosa, marcando previamente a sua visita para – Museu do Côa | +351 279 768 260/1 | visitas@arte-coa.pt; – Central de Reservas +351 965 778 799

 

ALERTAS

Pontos de orientação difícil

Aldeia onde pode iniciar a etapa: Orgal
 

Esta etapa inicia na aldeia de Castelo Melhor, junto ao Centro de Recepção do Parque Arqueológico do Vale do Côa. O trilho segue por caminhos murados, entre olivais e vinhas, sendo possível aceder, através de desvio não marcado à Capela de São Gabriel, onde se tem uma vista panorâmica sobre todo o vale do rio Côa.

Por zonas de pastagem e antigas áreas agrícolas, o trilho segue para Norte, passando pela aldeia de Orgal. Neste ponto, junto a EN222, existe um desvio BTT/Equestre da GRVC com as extremidades marcadas (Desvio BTT/Equestre Orgal).

Pela GRVC, inicia-se aqui a aproximação à foz do rio Côa, por áreas extensas de vinha, e descendo em zig-zag por caminho de pé posto até à ponte rodoviária sobre o rio Côa. Aqui é possível aceder a um desvio não marcado para visita à foz do rio Côa, onde o Côa entra no rio Douro, e à ponte ferroviária que a atravessa.

A GRVC atravessa a ponte rodoviária (EN222) e desvia-se da estrada na primeira curva, subindo a encosta pelo Vale do Forno, apanhando uma antiga calçada murada. Neste ponto, junto a EN222, existe um desvio BTT/Equestre da GRVC com as extremidades marcadas (Desvio BTT/Equestre Museu do Côa). Uma vez alcançado o topo da encosta, a rota segue por estrada até ao Museu do Côa.

AltimetriaCamInt-11

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de Partida: Castelo Melhor
Ponto de Chegada: Museu do Côa, Vila Nova de Foz Côa
Distância: 11,6 km
Altitude máxima: 530 m
Altitude mínima: 127 m
Descida acumulada: 615 m
Subida acumulada: 566 m
Duração (5km/hora): 3 h
Dificuldade (definida de 0-5): 4

 

DICAS

ONDE DORMIR
Final da etapa, Vila Nova de Foz Côa
Pousada da Juventude de VNFC, +351 279 764 041
Casa Vermelha, +351 279 76 52 52
Hotel do Côa, +351 279 760 010

ABASTECIMENTO Consulte o Mapa Interactivo para detalhes
Vila Nova de Foz Côa: supermercados abertos até às 20h, restaurantes, cafés

TAXIS E TRANSFERS
Taxista Sr. Alberto, +351 910 707 112
Praça de táxis de Vila Nova de Foz Côa, +351 964 026 899

VISITE
Visite o Museu do Côa

 

ALERTAS

Pontos de orientação difícil

DOWNLOADS

Faça o download do ficheiro .kml total da Grande Rota do Vale do Côa, ou selecione as etapas sugeridas para percorrer a rota a pé ou de bicicleta.

Pode consultar toda a oferta de serviços ao fazer o download de um ficheiro excel, onde poderá filtrar os serviços por etapa.

GR 45
Percorrer a Grande Rota 45 de Bicicleta - INTENSO
Sugestão de três etapas no sentido Nascente - Foz do Côa. Etapas de dificuldade física média e alta, média de 68 km/etapa.
Existem duas etapas alternativas, pelo que deverá optar por rota ESTE ou OESTE.
Faça o download dos ficheiros .gpx e .kml de cada etapa e dos serviços que pode encontrar.

ETAPAS

NOTA: Etapas em reestruturação

Locais pode iniciar a etapa: Fóios, Vale de EspinhoQuadrazais, Sabugal, Malcata, Rendo, Baraçal, Vila do Touro, Rapoula do Côa, Vale das Éguas, Seixo do Côa, Valongo, Miuzela, Badamalos, Vilar Maior.
 
 

A etapa inicia em Fóios, junto à nascente do Côa, na Serra de mesas. Esta parte do traçado da GRVC é em parte coincidente com a Pequena Rota Nascente do Côa (PR3 SBG).

A partir de Fóios, o caminho faz-se ao longo da margem esquerda do rio, ladeado por bosques, lameiros e pastagens.
Depois da subida à Cruz Alta, a descida até Vale de Espinho permite a visita a vários moinhos, incluindo a Azenha do Peça, local de travessia do rio, e o Moinho do Engenho.

O trilho entre Vale de Espinho e Quadrazais faz-se pela margem direita do rio Côa até ao Moinho do Rato, onde atravessamos o rio pelo pontão pedestre, contornando depois o Cabeço do Colmeal e o Alto da Vinha. Desvio para a aldeia de Quadrazais.

O trilho sobe por montes e bosques da Reserva Natural da Serra da Malcata, até ao Alto da Machoca, local com vista privilegiada sobre o Côa e a cidade do Sabugal.
O percurso segue junto à barragem do Sabugal, pela margem esquerda. Antes da chegada ao Sabugal, é possível ainda aceder à praia fluvial, assim como visitar o Moinho do Zé Ricardo.

A etapa atravessa a cidade do Sabugal e existem pontos de cruzamento com a Grande Rota das Aldeias Históricas – GR22. o trilho é coincidente com o percurso pedestre Pequena Rota Meandros do Côa (PR1 SBG) e com os percursos 3,4 e 5 do Centro de BTT do Sabugal.

Siga o Desvio BTT/Equestre Quinta das Vinhas.
Após terminar o desvio, o trilho passa agora ao largo de Rendo, atravessando o rio junto ao Moinho do Delfim e seguindo pela margem esquerda, por lameiros e pastagens até à Quinta dos Moinhos. Aqui o caminho volta a atravessar o rio Côa, seguindo por quintas, montes e bosques, até se avistar a aldeia de Rapoula do Côa.

Siga o Desvio BTT/Equestre Rapoula do Côa.
Após atravessar a aldeia de Rapoula do Côa, alcançando a GRVC, o trilho mantém-se junto à margem esquerda do Côa, atravessando caminhos agrícolas até ao sítio da Ínsua. É possível aceder à aldeia de Vale das Éguas, através de um desvio não marcado (2,1 km) e à praia fluvial de Vale das Éguas (700 m).

A GRVC prossegue por bosques e prados até à Ribeira do Boi, que é possível atravessar durante a Primavera, Verão e parte do Outono.

Siga pelo Desvio BTT/Equestre Termas do Cró.
Depois de atravessada a Rib.ª do Boi, a GRVC sobe por caminhos agrícolas até à aldeia de Seixo do Côa e volta a descer por estrada até alcançar de novo do rio Côa e a praia fluvial de Seixo do Côa.

Siga o Desvio BTT/Equestre Valongo do Côa.
Depois de atravessar Valongo do Côa, siga por estrada até à Ponte de Sequeiros. Depois de atravessar a Ponte de Sequeiros, existe um desvio não marcado que permite o acesso a Cerdeira do Côa. A GRVC segue junto à margem esquerda do Côa, até alcançar a estrada e a Ponte José Luís.

Após, existe um desvio não marcado que permite o acesso à aldeia de Miuzela e à praia fluvial de Badamalos. O final da etapa consiste na travessia da Ponte José Luís e na subida até à Vilar Maior por estrada e caminhos agrícolas, passando também na aldeia de Badamalos, em desvio não marcado (4,4 km).

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Nascente do Côa
Ponto de chegada: Vilar Maior
Distância: 80,6 km
Altitude máxima: 1166 m
Altitude mínima: 652 m
Subida acumulada: 1456 m
Descida acumulada: 1852 m
Dificuldade física:médio-alto
Altimetria
BTT 01

 

DICAS

Lista de serviços, alojamentos e contactos em Downloads.

 

ALERTAS

Interseção com a GR das Aldeias Históricas (GR22) at Sabugal
Interseção com Pequena Rota Meandros do Côa (PR1 SBG), Sabugal
Interseção com os percursos 3,4 e 5 do Centro de BTT do Sabugal

Locais onde pode iniciar a etapa: Miuzela, Badamalos, Porto de Ovelha, Malhada Sorda, JardoParaisal, Castelo Mendo, Castelo Bom, Senouras, Aldeia Nova, Almeida, Cinco Vilas
 

Após atravessar Vilar Maior e Badamalos,alcançada a GRVC, o trilho segue junto à margem direita do Côa, ladeado por lameiros verdejantes, ponteados com grandes árvores. O traçado atravessa as Ribeiras da Nave e de Vilar Maior e, mais adiante, o rio Côa, através de um pontão pedonal. Aqui é possível aceder à aldeia de Porto de Ovelha, através de um desvio não marcado (570 m).

Siga o desvio BTT/Equestre da GRVC Porto de Ovelha/Jardo.
A GRVC prossegue por lameiros e antigas hortas até ao Sítio do Açude, onde é possível aceder à aldeia de Malhada Sorda, através de um desvio não marcado (2,9 km). O percurso pedestre sobe até à aldeia de Jardo, descendo depois à foz do rio Noemi, onde é possível observar um conjunto interessante de moinhos. Por campos, prados e bosques de sobreiro, o trilho continua pela margem esquerda do rio Côa, atravessa a linha férrea e segue até ao Porto de S. Miguel. Aqui, a GRVC cruza-se com a GR Aldeias Históricas (GR22). Existe um trilho alternativo, não marcado, até à aldeia histórica de Castelo Mendo (2,3km).

Até ao desvio para a aldeia de Castelo Bom existe um troço em estrada.
O traçado continua por zonas de mata e bosques, ora mais próximo do rio, ora subido a encosta para ultrapassar zonas mais escarpadas, até chegar ao pontão Manuel José, onde atravessa o rio Côa. Neste ponto existe um desvio não marcado de acesso à aldeia de Aldeia Nova (3,0 km) e um desvio Equestre, que evita zonas pedregosas da etapa (Desvio Equestre Aldeia Nova).

Já na margem direita do rio, a GRVC segue em direcção a Almeida, atravessando zonas de bosque, quintas e uma barragem. Ao chegar à EN340, a GRVC cruza-se com a GR Aldeias Históricas (GR22). Neste ponto é possível optar por seguir a GRVC pela rota Este, até Almeida, ou pela Rota Oeste, até Valverde.

O trilho Este sobe à vila de Almeida, passando no Convento do Senhor da Barca e entrando na fortaleza pelas portas duplas de Santo António. A partir deste ponto o acesso a Almeida faz-se dentro da vila por desvio não marcado (546 m). O trilho contorna parte das muralhas da fortaleza de Almeida e segue depois pelo Arrabalde de Santo António rumo a Norte, pelos chamados Lameiros Pardos, uma área florestal de sobreiro e azinheira.

Junto ao Complexo Termal da Fonte Santa, é possível percorrer um desvio não marcado para visitar as antigas instalações das termas, junto ao rio Côa. A partir deste ponto, a GRVC segue ao longo da encosta direita do rio Côa, atravessando uma extensa área de bosque e pastagens dispersas. Ao avistar os primeiros olivais, o trilho aproxima-se da aldeia de Cinco Vilas, que atravessa, iniciando depois, por estrada, a descida ao rio Côa. Uma vez alcançado o fundo do vale, o trilho é de pé posto até a Ponte Velha do Côa, uma das ruínas mais impressionantes de toda a rota.

A GRVC atravessa o rio por cima de um pontão sem guarda (apenas possível na Primavera e Verão). Neste ponto é possível aceder, por desvios não marcados, à aldeia de Vale de Madeira e também à sua praia fluvial. O trilho sobe a encosta até ao lugar de Pesqueiro, sendo aí possível aqui aceder, por desvio não marcado, à cidade de Pinhel. Finalmente, seguindo a Rib.ª do Judeu e contornando o Barrocal, a etapa termina na aldeia de Quinta Nova, por desvio não marcado (1,8 km).

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Vilar Maior
Ponto de chegada: Quinta Nova
Distância: 65,7 km
Altitude máxima: 791 m
Altitude mínima: 451 m
Subida acumulada: 1317 m
Descida acumulada: 1504 m
Dificuldade física: Alta
Altimetria
BTT 02

 

DICAS

Lista de serviços, alojamentos e contactos em Downloads.

 

ALERTAS

Interseção com a GR das Aldeias Históricas (GR22)
– Castelo Mendo
– Almeida

 
Locais onde pode iniciar a etapa: Azevo, FaiaQuintã de Pêro Martins, Algodres, Almendra, Castelo Melhor, Orgal
 

Esta etapa inicia na aldeia de Quinta Nova. O acesso à GRVC é feito por desvio não marcado (1,8 km).
O trilho desce por áreas agrícolas abandonadas até às margens do rio Côa.

Siga pelo Desvio BTT/Equestre Quinta da Chinchela.
A rota percorre a margem esquerda do rio Côa até alcançar a foz da Rib.ª das Cabras, que se atravessa (Primavera e Verão). Depois o trilho sobe a encosta até à Qta. da Cotovia, atravessando amplas zonas agrícolas e florestais até alcançar a aldeia do Azêvo. O acesso à aldeia é feito por desvio não marcado.

A GRVC segue a meia encosta, por caminhos murados e veredas com o Côa escarpado do lado direito, passando pelo lugar da Faia. A rota prossegue por quintas e amplas áreas rochosas até à aldeia de Cidadelhe.

A GRVC atravessa a aldeia e desce ao rio Côa, inicialmente por caminhos de pé posto e depois por estrada, até à Ponte da União.

A parte seguinte sobe por estrada até à entrada da Reserva da Faia Brava. A partir deste ponto, o trilho é feito por caminhos florestais e de pé posto, atravessando amplas zonas de sobreiro e azinheira, intercalados por olivais e pastagens.

O trilho passa junto a um sobreiro centenário e é também possível observar as escarpas verticais do Côa.
Finalmente, a GRVC afasta-se do rio Côa, por olivais, amendoais e vinhas e chega à aldeia de Algodres. A GRVC atravessa a aldeia e segue por lameiros e zonas de matas e bosque, passando pelo sítio arqueológico da Olga Grande. O trilho atravessa a estrada e alcança a aldeia de Almendra, por olivais e vinhas.

A aldeia de Almendra é percorrida de sul para norte, passando pela igreja e seguindo depois por entre um manto de olivais e vinhas até à aldeia de Castelo Melhor, contornando o castelo pelo lado direito.
O trilho segue por caminhos murados, entre olivais e vinhas, sendo possível aceder, através de desvio não marcado à Capela de São Gabriel, onde se tem uma vista panorâmica sobre todo o vale do rio Côa.

Siga pelo desvio BTT/Equestre da GRVC Orgal.
Por zonas de pastagem e antigas áreas agrícolas, o trilho segue para Norte, passando pela aldeia de Orgal.

A GRVC atravessa a ponte rodoviária (EN222).

Siga pelo desvio Desvio BTT/Equestre Museu do Côa.
Uma vez alcançado o topo da encosta, a rota segue por estrada até ao Museu do Côa.

 

FICHA TÉCNICA

Ponto de partida: Quinta Nova
Ponto de chegada: Museu do Côa
Distância: 50,3km
Altitude máxima: 645 m
Altitude mínima: 127 m
Subida acumulada: 1668 m
Descida acumulada: 1422 m
Dificuldade física: Alta
Altimetria
BTT 04

 

DICAS

Lista de serviços, alojamentos e contactos em Downloads.

 

ALERTAS

Troços em estrada.
Interseção com a Grande Rota das Aldeias Históricas (GR22)

DOWNLOADS

Faça o download do ficheiro .kml total da Grande Rota do Vale do Côa, ou selecione as etapas sugeridas para percorrer a rota a pé ou de bicicleta.

Pode consultar toda a oferta de serviços ao fazer o download de um ficheiro excel, onde poderá filtrar os serviços por etapa.

GR 45

Percorrer a Grande Rota 45 a Cavalo - INTENSO

Em breve estará disponível toda a informação para percorrer a Grande Rota a cavalo.
Visite novamente o website e descubra as etapas que temos para lhe sugerir.
GR 45

GALERIA

GR 45

VALE DE PATRIMÓNIOS

Serpenteando entre uma sucessão de planícies férteis e escarpas rochosas, o Côa desenha o seu caminho até ao Douro, contando a História dos grupos humanos que povoaram as suas margens durante milénios. A origem etimológica do Côa remeterá para palavra latina cuda (ribeira), pequeno leito de água de reconhecida importância. Palco de inúmeras guerras e batalhas fronteiriças, o Côa foi, até ao reinado de D. Dinis, fronteira entre os reinos de Portugal e Leão.

Vestígios da presença humana e da sua arte, gravada nas margens do Côa, indicam a existência de comunidades nómadas no vale há mais de 25 000 anos, Do Neolítico, do Período proto-Histórico e da romanização restaram marcas no território, algumas em muito bom estado de conservação. Na Idade Média implantou-se a rede de povoamento que, grosso modo, é a atual, com as suas vilas cabeça de concelho e as aldeias do termo, as vias que as ligavam, servidas de pontes e pontões e as muralhas e torres que defendiam e assinalavam o lugar central.

Devido à baixa densidade populacional que ao longo de séculos marcou o vale do Côa, escapando à grande pressão urbanística contemporânea do litoral, o património arquitetónico e arqueológico perdurou, pelo que pode ser observado no local e nos vários museus e núcleos museológicos de cada Concelho que a Grande Rota atravessa.

A presença humana ancestral tem moldado a paisagem ao longo de gerações, alterando quer o uso dos solos, quer a fauna e flora existentes. Não obstante, o Côa alberga uma importante biodiversidade, motivo para a existência de duas áreas protegidas ao longo do vale criadas com o intuito de preservar estes habitats e as suas espécies silvestres e autóctones.

Um Vale de Patrimónios por descobrir.


Fotografias de João Cosme
Ilustração de Filipa Santos

fsantos

PATRIMÓNIO PRÉ-HISTÓRICO

Milénio após milénio, as rochas de xisto que delimitam o leito do rio Côa foram-se convertendo em painéis de arte, com milhares de gravuras legadas pelo impulso criador dos nossos antepassados.

Remontando ao Paleolítico Superior, estes “painéis” ao ar livre e os “habitat” identificados são testemunhos do povoamento datáveis de entre há 30 000 e 10 000 anos, expressão da vitalidade e da mestria de concepção dos caçadores artistas do Côa. Esta longa galeria de arte dá-nos registos mais recentes, do período Neolítico e da Idade do Ferro.

Transpondo depois, de um só fôlego, dois mil anos de História, volta, na Época Moderna, a integrar representações religiosas e, de há poucas décadas, nomes, datas e figurações diversas, barcos, comboios, aviões…

Os motivos, na sua quase totalidade gravados, apresentam temáticas, técnicas e convencionalismos comuns às obras contemporâneas da Europa Ocidental que o séc. XIX haveria de descobrir em ambientes fechados nas grutas franco-cantábricas e a viragem do século viria a apelidar de grande arte.

É no séc. XX que a arte do Côa surge ao ar livre, onde um jogo diário e sazonal de claridade e sombras a expõe e esconde numa fantástica sequência de revelação e ocultamento.

Os últimos dezassete quilómetros do rio Côa, com centenas de gravuras do Paleolítico nas suas margens e que se estendem até ao Douro, viriam a pertencer ao primeiro parque arqueológico português – O Parque Arqueológico do Vale do Côa, incluídas desde 2 de Dezembro de 1998 na lista dos monumentos que a UNESCO considera Património da Humanidade

Todo este magnífico conjunto ao ar livre, que põe de parte o velho mito da arte rupestre encerrada em cavernas, pode ser apreciado na exposição do Museu do Côa.

Informação retirada do site Arte-Côa.pt.

Detalhe painél PAVC, fotografia de João Romba

Panorâmica do Parque Arqueológico do Vale do Côa, fotografia de João Romba

PATRIMÓNIO HISTÓRICO

Período Romano
A influência da presença romana na região do Côa é especialmente notória na sua toponímia, cuda, que deu origem à própria nomenclatura dos povos que habitariam a região, durante o período romano. A margem direita é até ao dias de hoje conhecida como Ribacoa (Concelhos do Sabugal, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo). A margem esquerda (Concelhos de Pinhel, Trancoso e Mêda) seria habitada pelos povo Lancienses Transcudani, os transcudanos, do latim transcudani, trans-cuda , uma vez que do ponto de vista romano o trans-coa seria na margem Oeste sendo Roma o ponto de observação.

castrodrigoExistiriam duas vias romanas, cujos vestígios são ainda encontrados em algumas zonas, uma que seria percorrida no sentido sul-norte e outra oeste-leste. A primeira seria a mais importante, ligando Mérida a Astorga, cruzando o Côa na actual Freguesia de Cinco Vilas, onde ainda remanescem vestígios da sua ponte, e seguiria até Barca de Alva, onde a passagem pelo Douro seria feita por barco, e passava ainda por Freixo de Espada à Cinta.

Adaptado do artigo Vias Romanas no Território dos “Interannienses”, de Manuel Maia, in Beira Interior – História e Património, Guarda, 2000.

Castelo Rodrigo, fotografia Susan Gebbink


Período Medieval

A região ficou marcada de forma notável pela reorganização do território que se deu na Baixa Idade Média. Os vizinhos reinos ibéricos disputavam este troço fronteiriço organizando o povoamento, criando vilas muralhadas cabeças de concelho.

Até ao Tratado de Alcanices em 1297, o rio Coa marcava a fronteira. Assim, entre o Côa e o Águeda, individualizou-se uma região particular, cuja reorganização e repovoamento medievais foram originalmente realizados pelos reis de Leão: o Riba Côa. Do lado português, o início do repovoamento régio, que era afinal o enquadramento das comunidades pré-existentes por poderes externos, arranca na década de 1160.

Progredindo para leste, conhece um momento culminante no final da década de 1190, com o foral da Guarda, e atinge plenamente a linha do Côa com os termos das vilas de Pinhel, Castelo Mendo, Touro e Sortelha, repovoadas já só ao longo do primeiro quartel do século seguinte. Do lado leonês, o ritmo do repovoamento sob a égide do rei de Leão foi paralelo, mas o movimento de sentido oposto, progredindo para poente.

Na década de 1160 iniciava-se o repovoamento de Ciudad Rodrigo, antes uma aldeia periférica do termo de Salamanca, mas as vilas do Riba Côa, como Castelo Rodrigo, Castelo Melhor e outras, surgirão apenas no início do novo século. Esta evolução foi uma resposta ao crescente poder português em zonas que até então tinham estado fora do controlo de um poder central, e à necessidade de gerar um espaço político próprio e bem definido num contexto de intensa rivalidade entre os reinos cristãos. As Batalhas de Argañán (1179) e Ervas Tenras (1199) permitiram a expansão da autoridade de Leão, que definiu a integração das comunidades através dos foros, acordos que garantiam uma margem de manobra às comunidades, convertidas em concelhos, em troca da aceitação do poder régio.

 

Castelo Melhor
Castelo Melhor, fotografia de João Cosme

A fronteira foi, nos últimos séculos medievais, cenário de um crescente controlo por parte dos reis de ambos os lados, especialmente das actividades comerciais, com a formação de portos secos e alfândegas. As contendas entre Portugal e Castela fizeram-se igualmente sentir, mas mantinham-se relações entre os concelhos fronteiriços. Com o fim da Idade Média, a fronteira começou a deixar de ser entendida como uma região e um conjunto de comunidades periféricas. Era agora, e cada vez mais, uma linha bem definida e cartografada, sobre a qual se abriam determinadas “Entradas Geográficas”, as rotas que permitiam o acesso à capital do Reino. A localização dos principais conflitos militares do final da Idade Média deixa já claramente perceber um padrão, que as guerras dos séculos XVII, XVIII e primeira década do XIX (iniciando-se na Guerra da Restauração, passando pela Guerra da Sucessão e culminando nas Invasões Francesas), instalariam definitivamente. O interesse e o investimento do poder régio sobre a organização do território nas terras de fronteira vão concentrar-se sobre aquelas “Entradas Geográficas” onde algumas das antigas vilas se transformarão em imensos quartéis militares, de que Almeida e Ciudad Rodrigo são exemplo.

Adaptado de “Coa e Siega Verde. A Arte da Luz”.

PATRIMÓNIO EDIFICADO
Ponte de Sequeiros
pontesequeiros
Ponte de Sequeiros, fotografia de João Cosme

Na época medieval, em que o rio Côa marcava a fronteira entre os Reinos de Portugal e Leão, a travessia do rio era vigiada e protegida por castelos e pontes fortificadas, como a Ponte de Sequeiros.

Construída em granito, esta ponte de estilo românico assenta em três arcos de volta perfeita, sendo o arco central de diâmetro maior. Os pilares são reforçados com talha-mares, estruturas angulares que ajudavam a suportar a força da corrente. A torre, construída numa das extremidades, é característica das pontes fortificadas e servia provavelmente de posto militar de controlo fronteiriço até à assinatura do Tratado de Alcañices, em 1297, altura em que as terras de Riba-Côa foram integradas no reino de Portugal.

A Ponte de Sequeiros foi classificada como Imóvel de Interesse Público em 06/11/1951 e atualmente tem uso exclusivamente pedonal.

Ilsutrações de Filipa Santos

CASTELOS

castelos1sabugal
Fotografia de João Cosme

Numa larga curva do Côa, o proeminente castelo do Sabugal vigia o território e a travessia do rio. Mandado construir durante o século XIII pelo rei leonês D. Afonso IX, o castelo defendia a fronteira de Ribacôa dos ataques portugueses.

Depois da assinatura do Tratado de Alcanices em 1297, que integrou Ribacôa e também a vila do Sabugal no reino de Portugal, D. Dinis atribuiu foral à vila e mandou reforçar a sua estrutura defensiva, incluindo a Torre de Menagem, de secção pentagonal e com 28m de altura, considerada uma das mais belas de Portugal.

Castelo das Cinco Quinas, como é conhecido, tem planta quadrangular foi construído em granito e xisto, e apresenta uma dupla cintura de muralhas. A grandiosidade do castelo permitiu-lhe ser reconhecido como Monumento Nacional em 1910, tendo entretanto sido sujeito a diversos trabalhos de restauro.

castvilarmaior
Fotografia retirada do site da Câmara Municipal do Sabugal

O Castelo de Vilar Maior está assente numa posição de domínio sobre o vale do rio Cesarão e sobre o povoado que jaz a seus pés. Castelo de montanha, apresenta elementos do estilo românico e gótico, com planta no formato oval irregular.

A posição estratégica de Vilar Maior no contexto de fronteira entre Portugal e Leão cedo determinou que aqui se erguesse um castelo. Ele encontra-se documentado desde a segunda metade do século XI (imediatamente após a campanha das Beiras promovida por D. Fernando Magno), e a sua construção justifica-se neste novo quadro de expansão do reino leonês.

Adaptado website Património Cultural, da Direção-Geral do Património Cultural.

castelo2mendo
Fotografia de João Cosme

Ocupando um cabeço sobranceiro do Rio Côa e do Ribeiro de Cadelos, a antiga vila de Castelo Mendo está implantada a 762 metros de altitude, no concelho de Almeida, e integra a Rede de Valorização do Património – Aldeias Históricas de Portugal.

A vila é caracterizada pela justaposição de dois núcleos muralhados, de diferente idade e significado. O primeiro núcleo, construído na primeira metade do séc.XIII, integra o Castelo e a Igreja de Santa Maria, enquanto o segundo núcleo corresponderá a um crescimento extra-muros, só mais tarde limitado pela cerca, no séc.XIV.

Apesar de a maioria dos monumentos datarem da época medieval, encontram-se indícios de povoamento durante a época do bronze e está por confirmar uma possível intervenção que terá sido levada a cabo no séc. XII, quando D.Sancho I, ao ter encontrado a povoação arruinada, teria ordenado a reedificação do castelo. Em 1229 D.Sancho II concedeu a carta de foral a Castelo Mendo.

Adaptado do artigo: Castelo Mendo: a partir de um espaço urbano medieval, Margarida Tavares da Conceição, in Beira Interior – História e Património, Guarda, 2000.

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Fotografia de João Cosme

Ocupado desde uma época muito recuada, este ponto dominante sobre o rio Côa fez parte do território disputado por Portugal e pelo reino de Leão durante os séculos XII e XIII. Neste período, Castelo Bom foi uma guarda avançada do lado leonês, contexto em que foi executada a sua primeira configuração enquanto castelo medieval. Em 1282, D. Dinis conquistou a povoação e terá ordenado o reforço estrutural imediato do seu sistema defensivo, para o que passou carta de foral.

Trata-se de um castelo de planta irregular, adaptado às condicionantes do terreno. A entrada no recinto faz-se através de porta de arco quebrado, defendida activamente por torre de menagem quadrangular, hoje arruinada.

Nos últimos séculos, o castelo sofreu uma progressiva decadência quase até à ruína. Em 1834, o concelho de Castelo Bom foi extinto, o que precipitou o desmantelamento da própria fortaleza, sendo a sua pedra reaproveitada para construções privadas. No século XX tiveram lugar algumas intervenções de restauro, mas só em 1999, por conjugação de esforços entre a Câmara Municipal de Almeida e os proprietários, se iniciou a valorização sistemática da aldeia histórica.

Adaptado website Património Cultural, da Direção-Geral do Património Cultural.

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Fotografia de João Romba

Apesar de indícios remeterem para o Período Calcolítico as primeiras povoações a habitar a região de Pinhel, a sua grande importância só viria a ser revelada durante a idade média. O Côa, enquanto palco de lutas fronteiriças, foi motivo para a criação de um sistema fortificado de castelos proeminentes que incluíam Trancoso, Marialva, Pinhel e Castelo Mendo.

A construção da fortaleza de Pinhel terá ocorrido durante o reinado de D. Afonso Henriques no séc.XII, para conter os assaltos do povo leonês. Em 1209, D. Sancho I concede o foral à vila e promove o povoamento e desenvolvimento da economia local. Uma nova muralha terá sido construída no reinado de D. Dinis, que incluiria seis portas: Vila, Santiago, São João, Marrocos, Alvacar e Marialva.

No interior da Cidadela erguiam-se duas torres do mesmo período, que ainda hoje caracterizam esta vila. A torre norte, designada de Manuelina, devido às alterações que sofreu durante o reinado de D.Manuel I, apresenta uma janela manuelina virada a sul e duas gárgulas antropomórficas voltadas para Espanha em jeito de provocação.

Adaptado do site www.cm-pinhel.pt.


Fotografia de João Rico

No termo das terras de Riba-Côa, uma imponente fortaleza-estrela vigia o território. Almeida apresenta vestígios de presença humana desde o paleolítico, estando detectados núcleos castrejos da Idade do Bronze e Ferro, assim como vestígios da presença romana.

A partir do séc. XIV, depois da assinatura do Tratado de Alcanices, Almeida ganha importância estratégica no controlo da fronteira entre Portugal e os reinos de Castela e Leão. Nos séculos XVII e XVIII foi construída a nova fortificação abaluartada, em forma de estrela, tornando Almeida um verdadeiro bastião de segurança durante vários conflitos, incluindo a Guerra da Restauração e as Invasões Francesas.

 

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Fotografia de Erik Menkveld

A construção deste castelo foi promovida por Afonso IX de Leão, integrando a linha defensiva do Côa. Dessa fortaleza românica, conservam-se alguns vestígios importantes e de grande interesse para a evolução da arquitectura militar na região. O castelo deveria estar concluído ou em fase adiantada de obras, por 1209, altura em que o monarca leonês passou a célebre carta de foro à localidade.

Em 1296, D. Dinis conquistou a localidade e confirmou os foros passados por Afonso IX. Um ano depois, a fortaleza passou definitivamente para a coroa portuguesa, pelo Tratado de Alcanices.
No final do século, em 1594, Filipe I elevou a localidade a condado, legando o título a Cristóvão de Moura. Este homem, que chegou a ser vice-rei de Portugal, construiu em Castelo Rodrigo o seu palácio e procedeu a outras obras na fortaleza.
Depois de 1640, durante o processo de Restauração da Independência, o palácio foi arrasado pela população (em revolta contra o domínio espanhol), permanecendo em ruínas até à actualidade. O castelo foi parcialmente restaurado na década de 40 do século XX, mas só muito recentemente foi alvo de um plano geral de intervenção.

Adaptado website Património Cultural, da Direção-Geral do Património Cultural.

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Fotografia de João Cosme

Este é um dos melhores exemplos de fortaleza medieval secundária, erguida numa das zonas mais periféricas dos reinos peninsulares. A obra original é leonesa e remonta aos inícios do século XIII, altura a que corresponde uma intensa fortificação da linha de Riba-Côa, zona constantemente disputada pelos monarcas português e castelhano. Foi neste contexto que Afonso VII mandou construir a fortaleza, dando-lhe simultaneamente foral, numa tentativa de consolidação populacional e militar.

Com o Tratado de Alcanices (1297), Castelo Melhor passou para a coroa portuguesa, integrando, a partir daí, a raia nacional. D. Dinis, como prova de afirmação do novo espaço, empreendeu obras e dotou a vila de um novo quadro administrativo, mas a verdade é que Castelo Melhor não cessou de desempenhar um papel secundário e periférico, mesmo na linha de reforço militar de Riba-Côa.

À margem das grandes intervenções restauracionistas da primeira metade do século XX, Castelo Melhor constitui um dos poucos castelos não adulterados pelas vagas de restauro e um dos que poderá trazer mais informação acerca da Baixa Idade Média, assim se efectuem escavações arqueológicas direccionadas para este período.

adaptado website Património Cultural, da Direção-Geral do Património Cultural.

PATRIMÓNIO NATURAL

 
 

A grande variedade em termos de habitats naturais e não naturais, resultantes da milenar intervenção humana no território, possibilitam a existência de um mosaico florístico característico, que alberga inúmeras espécies animais.

A Grande Rota do Vale do Côa atravessa duas áreas Rede Natura 2000, a Zona de Protecção Especial (ZPE) para Aves do Vale do Côa e a Sítio de Importância Comunitária (SIC) da Serra da Malcata. A norte, já perto da sua foz, o vale escarpado apresenta grandes afloramentos rochosos ideais para aves rupícolas, sendo classificado como Important Bird Area, pela BirdLife International.

Estes estatutos revelam o potencial da região para a observação de aves, onde é possível encontrar mais de 130 espécies, salientando-se as pequenas aves florestais e agrícolas, como a felosa-do-mato (Sylvia undata), o dom-fafe (Pyrrhula pyrrhula) ou o papa-figos (Oriolus oriolus); as aves aquáticas, como o mergulhão-de-crista (Podiceps cristatus); e as mais emblemáticas rapinas, como a águia de Bonelli (Aquila fasciata), a águia-real (Aquila chrysaetos), o britango (Neophron percnopterus) e o abutre-negro (Aegypius monachus).

avescoa                                                        Britango, águia de Bonelli, verdilhão e dom-fafe, fotografias de João Cosme

Reserva Natural da Serra da Malcata alberga cerca de 218 espécies de vertebrados, sendo o principal enfoque o lince-ibérico (Lynx pardinus), espécie que serviu de base para a criação da Reserva e para a criação da estratégia de conservação em curso, que pretende recuperar e proteger o habitat, aumentar o número de coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), sua presa, e assim criar as condições para o regresso desta espécie ameaçada.

lince                                                                                                       Lince-ibérico, fotografia cedida pelo ICNF

Já na Reserva da Faia Brava os inúmeros estudos referem a existência de 151 espécies de vertebrados, 40 espécies de aranhas e 130 espécies de insectos. Como medida de conservação foram recentemente reintroduzidas duas espécies – cavalos de raça garrana e vacas de raça maronesa, que habitam a Reserva em estado semi-silvestre, desempenhando a sua função de grandes herbívoros na gestão do coberto vegetal, uma vez que o progressivo abandono reflecte-se no desenvolvimento de extensos matos baixos, combustível orgânico em incêndios.

Mamíferos e pequenos carnívoros como a lontra (Lutra lutra), raposa (Vulpes vulpes), a fuinha (Martes foina) ou a gineta (Genetta genetta) são comuns em ambas as áreas protegidas, sendo principalmente encontradas em zonas de cobertura vegetal densa. De referir o gato-bravo (Felis silvestres), uma espécie esquiva que tem sido avistada em câmaras de armadilhagem fotográfica, na Reserva da Faia Brava, existindo também indícios da sua presença na Serra da Malcata.

mamiferos                             Lontra, gineta, cobra d’agua-viperina e salamandra-de-pintas-amarelas, fotografias de João Cosme e de Fernando Romão (gineta).

Devido à rede de ribeiras e afluentes do rio Côa, existem em abundância anfíbios e répteis, como a salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), a cobra d’água viperina (Natrix maura) e o cágado (Mauremys leprosa).

FLORA DO VALE CÔA
Nas ladeiras ribeirinhas predominam as culturas mediterrânicas, como a vinha, o olival e o amendoal, comumente complementadas com a pastorícia de ovelhas e cabras. A actividade humana e a intensa utilização para o sector primário durante séculos teve um forte impacto na paisagem e no coberto vegetal existente no vale do Côa. Longas décadas de uso intensivo do solo, utilização do fogo para abertura de pastos e desflorestação de matos para a cultura de cerais, propiciaram a criação de uma vegetação rasteira e arbustiva, mas comprometeram a floresta autóctone.

Predominam os matos baixos de giesta branca (Cytisus multiflorus), piorno-amarelo (Retama spherocarpa), esteva (Cistus ladanifer) e zonas de silvado, com rosa-canina (Rosa canina) e amora-silvestre (Rubus sp.). Especialmente na Reserva Natural da Serra da Malcata, surgem manchas de urze e matos altos constituídos por carvalho-negral (Quercus pyrenaica), medronheiro (Arbutus unedo) e azinheira (Quercus rotundifolia).

A Reserva da Faia Brava integra a Zona de Intervenção Florestal de Algodres e Vale de Afonsinho, formando a maior mancha de montado do distrito da Guarda de sobro e azinho (Quercus suber e Quercus rotundifolia, respectivamente) que inclui ainda a presença de carvalho-português (Quercus faginea). Encontram-se grandes extensões de rosmaninho (Lavandula stoechas) e pequenos apontamentos de tomilho bela-luz (Thymus mastichina) e perpétua-das-areias (Helichrysum stoechas).

No fundo do Vale do rio Côa destacam-se espécies como o zelha (Acer monspessulanum), o zimbro (Juniperus oxicedrus) e o espinheiro (Prunos spinosa), e em linhas ripícolas multiplicam-se os freixos (Fraxinus angustifolia), lódãos (Celtis australis) e choupos (Popullus sp.). De salientar também a existência do tamujo (securinegra tintoria) na Reserva da Faia Brava, uma espécie rara que se estende ao longo das margens do Côa.

flora                                                         Rosmaninho, zimbro, choupo, cornalheira e tamujo. Fotografias de Alice Gama

sobreiro

VISITE
Descubra, na Reserva da Faia Brava, o Sobreiro de Vinhal de Serrão, uma árvore com mais de 500 anos, classificada de interesse público, protegida por lei (aviso nº 3/2010 de 2010/03/19), nos termos do art.1º, do DL 28/468 de 1938/02/15, e do disposto no art.º 14, do DL 159/2008 de 8 de Agosto).

Baseada em informação retirada de www.icnf.ptAssociação Transumância e Natureza e livro Atlas da Fauna do Vale do Côa.

PATRIMÓNIO RURAL

A rede contemporânea de aldeias e vilas tem a sua origem na Baixa Idade Média, o tempo em que se organizam os reinos peninsulares. Desde então, tecem-se no território modos únicos de construir, de modelar a paisagem, de a nomear, de pastorear rebanhos e lavrar os campos. Este singular viver com o rio sobressai na paisagem, pelas inúmeras ruínas deixadas – noras, moinhos, poldras e travessias – que relembram os seus usos, outrora essenciais à vida nas terras de RibaCôa. As principais culturas mantêm-se – as oliveiras, as amendoeiras e as vinhas, bem como algum pastoreio de ovelhas e cabras. Também a cultura bovina se mantém, com grandes áreas de gado em regime extensivo, e festas importantes como a capeia arraiana e o seu tradicional forcão.

Nas aldeias, permanecem as memórias, narradas na primeira pessoa, que podem ser ouvidas no banco da praça ou à porta da igreja. Os sabores e a gastronomia passa de boca em boca pelas gerações, e as tradições são celebradas nas muitas festas e romarias que alegram o vale do Côa.

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Moinho do Engenho, Sabugal, Fotografia de João Cosme

As águas do Côa refrescam e são capazes de mover engenhos que realizam trabalho mecânico. O impulso da água desencadeia o movimento das pás, dos eixos, das turbinas…

Situado a sul da aldeia de Vale de Espinho, do complexo conhecido por “Moinho do Engenho”, fazem parte um moinho e uma fábrica. Era com muita arte que este “engenho”, apelando à valentia das águas, fazia girar as turbinas e a fábrica funcionar.

A eletricidade assim gerada servia não só para produção das mantas, mas também como fonte de energia para outros fins. Foi aqui que, pela primeira vez, se produziu eletricidade na região, e que era suficiente para servir Vale de Espinho e outras localidades, designadamente a cidade da Guarda e Naves Frias em Espanha.

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Conhecem-se doze moinhos em Vale de Espinho e dois deles encontram-se operacionais.

No Outono, cada pedaço de terra disponível era semeado com trigo ou centeio. No Verão, dormia-se no campo, em cabanas de palha e a ceifa ocupava toda a família, dia e noite. Depois, Verão ou Inverno, mulas e bois desciam e subiam a encosta, carregando sacos ora de cereal, ora de “pão” (farinha). No fundo do vale, moinho e moleiro prosseguiam incansáveis o seu trabalho de transformar o cereal, sendo o seu serviço pago também em cereal, a chamada “maquia”.

Em cada aldeia, à mesa de cada casa nunca faltaria o pão, alimento base da dieta da população durante séculos.

Etapas 1 e 2 a pé | Etapa 1 BTT

Moinho do Zé Ricado, fotografia de João Cosme

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As noras, utilizadas para tirar a água de poços, foram introduzidas na Península Ibérica pelos muçulmanos, sendo a palavra também de origem árabe “na’ûra”.

Bois ou burros caminhavam à volta do engenho, fazendo girar o eixo vertical, que passava o movimento a um conjunto de vasos de metal. Num movimento sucessivamente descendente e ascendente, os vasos transportavam a água do fundo do poço até à superfície. Ao inclinar-se para retomar o movimento descendente, o vaso liberta a água num tabuleiro que a conduz ao destino: outro poço, uma horta ou uma pia para dar de beber ao gado.

Etapas 1, 2 e 3 a pé | Etapa 1 BTT

Nora em Vilar Maior, fotografia de Júlio Marques

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Fojo da Cabrita, Eduardo Realinho


curraldelobos2À sombra da árvore, o pastor vigia o rebanho que percorre a encosta. À noite recolhem à povoação para se esconderem do perigo que espreita no monte. Nestas terras, desde tempos sem memória que o Homem partilha o seu domínio com o lobo. Quando as presas naturais rareiam (corço, javali), o lobo alimenta-se também de algum gado doméstico mais desprotegido.

Antes do uso generalizado de armas de fogo, as comunidades construíam armadilhas em pedra, os fojos. O lobo era atraído para o seu interior através da utilização de um isco vivo, um cabrito ou borrego. Uma vez lá dentro, o lobo via-se preso, sendo depois abatido. Situado entre Mangide e Vale de Madeira, este chama-se Curral de Lobos ou Fojo da Cabrita.

Hoje, o lobo é uma espécie protegida, devido ao reduzido efectivo das suas populações, sendo a sua perseguição e abate ilegais.


Etapa 6 Oeste a pé | Etapa 2 Oeste BTT

fornoMuseuComunitarioO forno comunitário, onde todos coziam o pão, permitia e fomentava o encontro, a partilha e a cooperação e, não raras vezes, o conforto do corpo e da alma para os mais necessitados. O seu calor, os aromas e a sua relação com a saciedade proporcionavam o bem-estar, que se arrastava enquanto as brasas o permitiam.

Frequentes noutros tempos – cada aldeia possuía pelo menos um – escassos na actualidade, as acções de preservação do património têm permitido a sua recuperação. Em situações particulares é-lhes atribuída uma função pedagógica. É o caso do forno da Malcata, transformado em espaço museológico.

Geralmente de arquitectura circular e em forma de cúpula, construído com tijolo-burro, o forno era encimado com uma camada de terra barrenta que preservava o calor. A parede exterior era revestida com a pedra de maior abundância.

Etapa 2 a pé Etapa 1 BTT

Forno da Malcata, fotografia de João Cosme

GR 45

TERRITÓRIO

SABUGAL
ALMEIDA
PINHEL
FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO
VILA NOVA DE FOZ CÔA

CONTACTOS

Horário

Segunda - Feira a Sexta - Feira | 09:30H -17:30H

Localização | Contactos

Picadeiro d'El Rey, n.º4 6350-239 Almeida
Tel: +351 914 506 242
Email: territoriosdocoa@gmail.com

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